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por Igor Miguel Pereira
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03/09/2010 |
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Uma palavra ecoa pelos corredores do I Encontro Nacional da Pesca: Xexéo. Antes que os mais entusiasmados corram até seus molinetes achando que se trata de uma espécie desconhecida de peixe, cabe um esclarecimento. Xexéo é o apelido de Carlos Alexandre Gomes de Alencar, coordenador do encontro. Com jeito tranqüilo atende a pedidos, apelos, tentativas de puxar assunto. Entre eles, essa entrevista:
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por Igor Miguel Pereira
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03/09/2010 |
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Foi em vão a delicada ornamentação dos muffins e a criatividade no recheio dos sanduíches. A única mesa do café da manhã que apresentou alguma aglomeração foi a das inscrições para os grupos de trabalho. Cada participante recebia em seu crachá uma bolinha cuja cor correspondia ao grupo desejado. Um sistema de classificação semelhante ao usado nas locadoras de vídeo e DVD. Encerradas as inscrições, eis os grupos:
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por Igor Miguel Pereira
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01/09/2010 |
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Caravana da Pesca no Primeiro Encontro Nacional de Pesca Amadora
"Encerrar um ciclo e começar outro." Essa é uma típica frase coringa, das que podem ser aplicadas nas mais diversas situações, sempre com um sentido próprio.
Quando recorreu a ela, durante seu discurso na abertura do Primeiro Encontro Nacional de Pesca Amadora, o ministro da Pesca e Aquicultura Altemir Gregolin se referia a basicamente a duas coisas. A luta do setor por reconhecimento e o estabelecimento de uma nova relação do governo federal com os praticantes da pesca amadora.
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por Dahr Jamail, da IPS
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01/09/2010 |
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O Estado norte-americano do Mississippi reabriu todas suas áreas de pesca. Mas os que se dedicam à captura de camarões negam-se a lançar suas redes, pois acreditam que as águas e a fauna marinha continuam contaminadas pelo vazamento de petróleo da multinacional British Petroleum (BP). "Este é o único lugar no Mississippi onde é possível capturar ostras, e agora tem petróleo e dispersantes por cima", disse à IPS o pescador James Miller, apontando para a enseada do Rio Mississippi de seu barco de pesca.
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por MPA
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30/08/2010 |
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Cultivos de peixes, camarões, moluscos e algas prometem fazer cada vez mais parte da paisagem em açudes, reservatórios, rios e no litoral e mares do Brasil.
Estas atividades aquícolas, assim como a pesqueira, empregam muita gente e formam grandes cadeias produtivas, como se vê em países como a China, a Noruega e o Chile. São diferentes elos que incluem as diversas empresas responsáveis pela produção, pelos insumos (redes, ração), pela logística, pela conservação, pelo transporte e pela comercialização do pescado.
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