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Naufrágio de navio na Itália pode causar danos ambientais Imprimir E-mail
por Redação Opinião e Notícia   
18/01/2012

Naufragio na Italia

Acidente deixou seis mortos e 15 desaparecidos; 2,4 mil toneladas de combustível precisam ser removidos do navio

O naufrágio do navio Costa Concordia pode ocasionar um grande desastre ambiental na região da ilha de Giglio, Toscana. A informação foi divulgada pelo ministro italiano do Meio Ambiente, Corrado Clini, em entrevista a jornalistas na segunda-feira, 16, e publicada no jornal La Reppublica.

De acordo com o ministro, o principal objetivo é prevenir o vazamento do combustível do navio. Clini afirmou que cerca de 2,4 mil toneladas de combustível precisam ser removidos do navio.

O cruzeiro Costa Concordia transportava 4,2 mil passageiros - 3.200 passageiros e 1.000 tripulantes - e naufragou na noite de sexta-feira, 13, na costa italiana, depois de bater em uma rocha. Até a noite da quarta-feira, o acidente havia deixado 11 mortos e 24 desaparecidos.

Segundo informações dos bombeiros, as operações de resgate por sobreviventes foram suspensas após uma movimentação da embarcação: "Houve um deslize de nove centímetros verticalmente e 1,5 centímetros no horizonte. Isso é algo que deve preocupar. As operações estão suspensas. Teremos que monitorar a estabilidade do navio e não sabemos quando retomaremos as ações", disse o porta-voz dos bombeiros, Luca Cari.

Giglio é uma parte de um arquipélago em uma área de preservação ambiental na Toscana. A ilha atraia milhares de turistas todos os anos. O ministro italiano disse que os danos ambientes dependerão das correntes marítimas, que podem ameaçar a ilha, o arquipélago e até mesmo a costa.

De acordo com o jornal La Reppublica, o combustível do navio é extremamente denso e seu vazamento pode ser bastante prejudicial ao ecossistema, já que há a possibilidade dele se sedimentar no fundo do mar: "Seria um desastre", declarou Clini. Outra preocupação é sobre o que fazer com o navio naufragado que está parcialmente submerso.

Vítimas

Na manhã da segunda, as equipes de resgate encontraram mais um corpo de um homem, o que eleva o número de vítimas para seis pessoas. O corpo, encontrado durante a madrugada, estava em um dos corredores do navio. Autoridades italianas informaram que a vítima provavelmente era um passageiro pelo tipo de colete salva-vidas que usava. O Itamaraty atualizou o número de brasileiros no navio: 57 pessoas, sendo seis tripulantes.

A empresa responsável pelo navio comunicou que as investigações preliminares apontam que o acidente foi ocasionado por erros cometidos pelo capitão do cruzeiro. Segundo a Costa Cruzeiros, o capitação Francesco Schettino teria conduzido o navio perto demais da costa e não seguiu os procedimentos de segurança determinados pela empresa.

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Por Redação Opinião e Notícia

 
Idema licencia pescadores para passeios em Maracajaú Imprimir E-mail
por Tribuna do Norte   
12/01/2012

Maracajaú , no litoral potiguar

O Idema concedeu as últimas sete licenças para os 28 pescadores que realizam passeios turísticos aos "parrachos" na Área de Proteção Ambiental dos Recifes de Corais, em Maracajaú.
Os pescadores, que veem na exploração turística da área uma alternativa para melhoria da qualidade de vida poderão realizar suas atividades com maior segurança e sob monitoramento do órgão ambiental.
Cada pescador tem autorização para conduzir, até os parrachos, 10 turistas por dia. O controle da visitação é realizado pelo IDEMA através do programa de monitoramento específico executado pela Fundep - Fundação para o Desenvolvimento Sustentável da Terra Potiguar.

 
PM destrói “currais” usados em pesca ilegal pelo rio Parnaíba Imprimir E-mail
por Lívio Galeno, da Cidade Verde   
10/01/2012

Rio Parnaiba-PI

O Batalhão de Polícia Ambiental do Piauí efetuou, na manhã do domingo (08), uma operação para identificar uma nova prática adotada por pescadores para infringir o período da piracema: época de reprodução de peixes em que a pesca é proibida.

"Alguns pescadores estão deixando as redes de lado e passaram a usar uma espécie de curral. O aparato é montado nos rios e não obriga a presença dos pescadores. Eles voltam depois só para conferir o resultado", informa o Major John, que comanda a operação.

 
“Pesca de atum exige sacrifícios” Imprimir E-mail
por IPS - Terramérica.   
03/01/2012

Pesquisadora espanhola María José Juan Jordá

Os países vinculados à pesca do atum devem recordar que em troca de terem acesso a esses recursos têm a responsabilidade de gerenciá-los bem, afirma nesta entrevista a .
Há cerca de dez anos é rotina ouvir ambientalistas e biólogos se queixarem da sobrepesca do atum, em particular do vermelho, à beira da extinção. A estas advertências somaram-se denúncias contra sistemas de controle de pesca de atum, incluindo as cotas anuais autorizadas a cada país e o esquema que as controla, a cargo da Comissão Internacional para a Conservação do Atum do Oceano Atlântico (Cicaa).

 
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