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Caravana da Pesca

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09/03/2010
por Ricardo Suhr   
Carretilha ou Molinete: Saiba Fazer a Escolha Certa Imprimir E-mail

Carretilha

Ao entrar em uma loja de pesca, nos deparamos com uma infinidade de modelos de carretilhas e molinetes. A correta escolha desse equipamento é  decisiva para o sucesso de sua pescaria.

Na pesca de arremesso: ao praticarmos essa modalidade, nos deparamos com várias situações onde o material certo será a diferença entre uma boa pescaria e uma ruim. Quando pescamos peixes ou em locais onde a precisão de arremesso e o trabalho refinado da isca sejam essencial, as carretilhas de perfil baixo são unanimidade. Além da precisão nos arremessos, esse material proporciona conforto para um dia inteiro de

arremessos.

Já quando precisamos arremessar iscas muito leves, os molinetes ultra light se mostram muito mais eficientes devido ao modo como a linha é liberada do carretel. Outro caso onde os molinetes são muito melhores que as carretilhas é quando são necessários arremessos muito longos e muitas vezes contra o vento, como no caso da pescaria de anchovas no espumeiro.  Além de mais alcance, o molinete não faz cabeleiras e facilita trabalhos mais rápidos da isca.

Carretilha

No corrico: nessa modalidade onde é o barco que imprime movimento as iscas, utiliza-se quase que exclusivamente carretilhas de perfil alto. Isso ocorre pela capacidade de armazenamento de linha das mesmas que é essencial para a modalidade. Pode-se abrir uma exceção e utilizar carretilhas de perfil baixo ou molinetes em casos onde os peixes alvo não sejam grandes e não tomem muita linha no momento da ferrada.

Na pesca com jigs: sem dúvida, essa também é uma modalidade onde a utilização de material adequado é essencial. Quando pescamos com jigs na modalidade vertical, é preciso imprimir velocidade às iscas que vem do fundo muitas vezes a mais de 50 metros de profundidade.

Molinete

Para tal, um molinete de boa relação de recolhimento e com uma manivela que proporcione uma pegada firme e confortável são decisivos. Outra opção para esse tipo de pesca são as carretilhas elétricas, onde o recolhimento é feito pelo motor da mesma. Quando ao invés de pescar na vertical, mantemos as iscas no fundo, apenas pindocando, as carretilhas já se mostram melhores pois facilitam a liberação da linha para manter o contato da isca com o fundo. Bons exemplos são a pescaria de garoupas com shad e a de robalos com camarões artificiais ou pequenos jigs rente ao fundo.

Na pesca com iscas naturais: nessa modalidade o fator determinante é  o conforto do pescador ao manusear o material e principalmente a capacidade de linha do equipamento. Em pescaria onde é necessário muita linha como a de pargueira em grandes profundidades, as carretilhas são mais adequadas. Já em locais mais rasos, o pescador pode optar por ambas as possibilidades.

Molinete

As dicas acima com certeza auxiliarão a melhorar os resultados de sua próxima pescaria, porém, é importante levar em conta uma série de outros fatores como varas e linha e iscas adequadas. 
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Ricardo Suhr é guia da Fragata Pesca e Lazer. Contato: (41) 9164-0953, (41) 3039-7957, Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

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