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Caravana da Pesca

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Técnicas de pesca
Pescaria de Fundeio Imprimir E-mail
por Odeir   
29/03/2010
Pesca de Fundeio

Na pescaria embarcada em rios, lagos, baías e mar aberto a modalidade de pesca mais comumente praticada é a pesca de fundeio com iscas naturais. A modalidade não tem toda a mobilidade e movimentação da pescaria com iscas artificiais em barcos com motores elétricos, mas esta longe de ser uma pescaria monótona, pois em boa parte das vezes a ação é constante e a diversidade de peixes é bastante variada.

A pescaria de fundeio requer bom conhecimento do local onde se pretende pescar como, tipo do solo, modelo de âncora, iscas a serem utilizadas, peixes visados, entre outros. Todo o bom pescador de fundeio deve ter em seu barco pelo menos duas âncoras, sendo uma para fundos de areia, lama e cascalho e outra para fundos de lages e pedras (parceis). Além de essas âncoras servirem para fundear em qualquer local de rios e mares, uma é reserva da outra no caso de perda, ou seja, a pescaria não vai terminar se por acaso perder uma âncora.

Ancoras Pesca de Fundeio

 

As âncoras indicadas para fundos de areia, lama e cascalho são as com as "patas" mais largas como as dos tipos Danforth, Bruce e Arado. Já para os fundos de lages e pedras (parceis) são indicadas as das "patas" mais finas e maleáveis como a garateia e a fateixa. O uso da âncora errada pode acarretar na não eficiência da "unhada" e na perda do produto. O uso de uma âncora para pedras em locais de areia e lama, o barco será arrastado pela maré ou correnteza, podendo encalhar no baixio ou bater em alguma estrutura. No caso se usar uma âncora para areia em fundos rochosos, ela poderá se encaixar entre as pedras e não sair mais, causando sua perda.

 

 

 

Pescaria

A pescaria em baías com fundos de areia e lama têm grande probabilidade de capturar bagres, corvinas, betaras, cangulos e outros peixes pequenos e medianos. Nesses locais, o uso de iscas vivas é praticamente desperdício de dinheiro, pois os "papas" iscas irão matar os camarões e sardinhas vivas. O ideal é usar pernadas com dois ou três pequenos anzóis com pedaços de camarão e sardinha, pois o rendimento será muito maior do que com isca viva.

Nos locais com fundos de lages, cascalhos e pedras vale a pena "investir" em iscas vivas, como camarão e sardinha, pois nessas regiões circulam grandes peixes, como garoupa, caranha, badejo, sargo, salema, robalo, pescada, entre outros. Só não se esqueça de levar bastante chumbo, pois a perda de alguns engatados nas pedras é certa.

Dicas:

O pescador que gosta de pescar fundeado em parceis com grandes pedras é muito importante colocar uns dois metros de corrente na âncora. Este cuidado evita que corda da âncora se parta roçando nas pedras.

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Por Administrador

 
Atratores de peixe garantem sucesso na pescaria Imprimir E-mail
por Capitão Walter de Oliveira   
22/02/2010

Atratores_de_Peixes

Com o sucesso dos atratores de peixes desenvolvidos pelo Projeto Tamar na praia do Forte, BA, também resolvi instalar oito desses equipamentos no mar azul de Florianópolis, com distâncias que variam de 18 a 30 milhas náuticas. Os atratores  têm  preço baixo, são simples e podem ser instalados por uma única pessoa em profundidades que variam de 50 a 120 metros.

Depois de 20 dias de instalados os atratores, fui corricar na área, logo na passagem do primeiro, a carretilha disparou o alarme e na ponta da linha um belo dourado-do-mar demonstrou sua voracida e valentia com seus belos saltos.

 
Como Dominar as Piaparas Imprimir E-mail
por Ayrton Tadashi Watanabe   
07/10/2009

 

pesca da piapara

Uma pescaria no Rio Paraná revela grandes emoções, graças à construção da escada migratória da represa de Itaipu. Peixes como a piapara, quando anteriormente tinha o seu tamanho reduzido por exemplar, girava em media de 30 a 40 cm, hoje, é uma realidade, o estoque de piapara tem aumentado em muito. Já estão sendo capturadas com bom tamanho, que podem chegar a mais de 70 cm de comprimento. As barragens romperam o ciclo migratório dos peixes, nada mais justo que construir novas escadas, isso não resolve o problema, mas minimiza.Os "abotoados", que aumentaram em muito, trazem o sustento para a maioria dos ribeirinhos. Alguns deles são mortos na barragem acima, assim, descem rio abaixo, e servem de alimento para os peixes, o seu filé e uma excelente isca para as piaparas.

 
Estruturas para Pesca Imprimir E-mail
por Ayrton Tadashi Watanabe   
06/10/2009

Pescar com iscas artificiais requer do pescador alguns conhecimentos, como os hábitos do peixe, estruturas locais, clima, pressão atmosférica e cor das águas. Se você identificar algumas situações o resultado aparecerá.

Margens: Beira do rio são terrenos que ladeiam cursos de água ou circundam lagos. Muitas espécies predadoras, quando em cardume, emboscam e capturam seus alimentos. Algumas destas espécies, podemos citar o tucunaré, lambari e piavuçu.

Ilhas: Terra cercada de águas por todos os lados. Em geral, são locais próprios para a pesca com iscas artificiais em função de que os pequenos peixes procuram abrigo dos predadores. Ponta da ilha e o final são locais mais produtivos.

Em rios, podemos citar os peixes que preferem caçar nestes locais, como as piracanjubas e tucunarés. Nos lagos, os tucunarés.

Corixos: São canais por onde as águas dos brejos e lagos se escoam para os rios vizinhos, levando uma grande concentração de alimentos. Locais de reprodução para várias espécies.

Foz: Lugar onde um rio desemboca; embocadura. Local provável de passagem de pequenos e grandes predadores por se tratar de uma zona de transição. Local preferido dos dourados e pintados.

Poços: Cavidades profundas localizadas nos leitos dos rios, dos lagos e dos mares, freqüentadas por grandes peixes, onde os quais surpreendem as suas presas. Peixes como dourados e pintados ficam escondidos no fundo dos poços à espera do seu alimento.

Estruturas submersas: Conjunto de obstáculos artificiais e/ou naturais que se depositam nas margens ou no fundo das águas, locais preferidos dos predadores: peixes como os robalos, dourados, tucunarés e piraputangas, conseguem bons resultados em suas investidas.

Podemos citar galhadas, pedras, trapiches, embarcações, etc...

Drop-Offs: Degraus íngremes e submersos. São locais que merecem destaque em nossa lista, grandes dourados são capturados, basta levar a isca na profundidade certa.

Os pontos mais piscosos são estes para prática da pesca com iscas artificiais. Os locais produtivos para os tucunarés na região da represa Engenheiro Sérgio Motta no rio Paraná e represas no rio Paranapanema são os troncos de árvores submersos, pedreiras e concentração da daninha Hidryllas.

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Ayrton Tadashi Watanabe. Contato: (44) 8818-9692 Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. -www.ayrtonpesca.com.br - You Tube conta APTV2.

 
Pesca de Costão Imprimir E-mail
por Odeir   
02/10/2009

Pesca de Costão

A pescaria de costão é muito empolgante com a possibilidade de captura de grande variedade de espécies de peixes, porém requer muitos cuidados em relação à segurança, às condições metereológicas e conhecimentos sobre equipamentos, iscas, peixes desejados e locais de pesca.

Os costões preservados reúnem grande variedade de vida marinha tanto nas areias e pedras da superfície como em baixo d'água, como vermes, algas e outros microorganismos que atraem crustáceos (caranguejos, siris, camarões, corruptos, tatuís, baratinhas-de-praia, cracas), moluscos (caramujos, lesmas, mexilhões, vieiras, polvos, ostras) e peixes pequenos e grandes, formando um completo círculo alimentar. Com as constantes batidas de ondas nas rochas e o sobe e desce das marés, grande variedade de peixes visita ou habita os costões em busca de comida farta.

 
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